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Final do “Big Brother” tem o 2º menor ibope da história

Março 26, 2008 · 2 Comentários

Depois de embolsar 1 milhão, planos e mudanças… 

Bye, bye, interior de São Paulo. O músico Rafael Ribeiro Medeiros de Carvalho, 26, o Rafinha, vencedor do “Big Brother Brasil 8″, pretende deixar Campinas (95 km de SP) para morar no Rio. Ele está apaixonado pela “Cidade Maravilhosa”. Durante o reality show, Rafinha chegou a sobrevoar, de helicóptero, as principais atrações turísticas do Rio, como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.

Com R$ 1 milhão no bolso, o campineiro entra agora na rotina das celebridades instantâneas, ou seja, assume uma agenda de compromissos, que inclui uma série de participações em programas da TV Globo e entrevistas à imprensa.

Vocalista e guitarrista da banda Miptrock, o músico já declarou que pretende se dedicar à banda. A mudança para o Rio faz parte dessa estratégia.

Ele apenas não explicou ainda como fica sua situação com a namorada Luísa Blattner, que mora em Campinas. Na madrugada de hoje, Rafinha disse que tem planos de casar com a moça.

Rafinha não é o primeiro participante do “Big Brother” a mudar de endereço após sair da casa do reality show. A modelo Jaqueline Khury, primeira eliminada do “BBB 8″, declarou intenção de largar o Tatuapé, na zona leste de São Paulo, para morar em uma vizinhança com maior poder aquisitivo. A mudança seria viabilizada com o dinheiro obtido com o ensaio de nudez para a revista masculina “Playboy”.

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Gyselle

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A modelo cajuína Gyselle também falou com a imprensa e revelou que não estava triste com a segunda colocação. “Não estou decepcionada com o resultado, estou feliz”, afirmou.

Sobre o futuro, a piauiense disse que pretende voltar para casa –em Teresina– e “tentar uma vida nova”. “Com o dinheiro do prêmio (R$100 mil, concedido ao segundo lugar), quero ajudar minha família, que é grande, e investir ou abrir um negócio”, revelou ainda a vice-campeã.

Gyselle ainda comentou as críticas que sobre sua atitude dentro do confinamento. “Não sou seca, sou sincera. Tenho uma história de tudo que passei na infância e vivi lá fora (França). A dificuldade vem lá de trás”, contou a modelo.

Na entrevista, a cajuína ainda afirmou que sempre quis ser famosa (”Trabalhei por isso”) e que não descarta convites para posar nua (”Acho bonito. Já me convidaram na França, mas não aceitei”).

 Gyselle ainda afirmou que sua maior dificuldade no programa foi a convivência com pessoas que não conhecia. “Me recusaram desde o primeiro dia. Não sei se foi preconceito, mas não importa. Não guardo rancor de ninguém”, completou. 

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O “Big Brother Brasil 8″ chegou ao final com um ibope de 46 pontos e contando com 63% dos televisores ligados no programa da Rede Globo. Este foi o segundo menor ibope da história do programa. O dado é uma prévia, ou seja, não é um número consolidado.

Em uma visão mais restrita, considerando apenas os paredões da oitava edição, a audiência foi boa, já que o programa tinha dificuldades de superar a marca dos 40 pontos. Cada ponto no Ibope representa cerca de 55,5 mil domicílios na região pesquisada (Grande São Paulo, referência para o mercado publicitário).

Confira a audiência de todas as finais do programa (em pontos, na Grande São Paulo):

BBB1: 59
BBB2:
45
BBB3:
55
BBB4:
56
BBB5:
57
BBB6:
51
BBB7:
48
BBB8: 46
 

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